Meu Manifesto [ ]

19 Abril 2010


Adiei, adiei mas não dá mais…
O “Rodela de Limão” termina por aqui.
Não há porque continuar com esta casa. O sumo está mais que espremido.

Portanto, e para já, …




Fragmentos Diários [ ]

8 Abril 2010


O Sol continua…



Fragmentos Diários [ ]

5 Abril 2010


Mais um dia cheio de sol.
Comecei com um café na marina do Parque das Nações onde se estava optimamente bem e acabei no Bairro Alto com uma noite digna de fazer inveja a muitas das noites de Verão dos últimos anos!
Nos entre tantos aproveitei para comprar a prenda que vou oferecer à minha sobrinha pelo seu 6º aniversário.
E o que é que está na moda agora? Qual Barbie, qual quê…agora são as Winx as preferidas das miúdas!
Comprei-lhe a leader do grupo mais o seu animal de estimação.
Espero que ela goste.




Meu Manifesto [17]

5 Abril 2010


O que se passa com as pessoas que falam de si próprias na 3ª pessoa?
Hoje marquei um café com uma dessas pessoas. Confesso que em determinadas alturas do nosso diálogo cheguei a ficar um pouco confuso, sem saber de quem é que se falava!
Ok, estou a exagerar mas não exagero quando digo que se não fosse o bom tempo, teria sido uma completa perda de tempo.
Mas porque é que eu ainda me meto nestes filmes?


Fragmentos Diários [ ]

4 Abril 2010


Tenho uma semana de férias e preciso de recarregar energias!
Por isso perco-me pela cidade em busca do sol.



Fragmentos Diários [ ]

1 Abril 2010


E que bem que se esteve…


Meu Manifesto [17]

17 Março 2010


Estou cansado de atrair pessoas que mentem com todos os dentes que têm na boca.
Se ainda não sabem, existe tratamento…

“A mentira existe ao longo de toda a escala patológica. A saúde mental só é compatível com a verdade. De nada serve querer acreditar que o nosso familiar não faleceu quando na realidade isso não é a verdade, de nada serve acreditarmos que somos capazes voar se na realidade não temos asas.
Nos estados neuróticos, a mentira pode surgir com base numa incapacidade da consciência aceder a factos recalcados e que se encontram no nosso inconsciente, ou por problemas de auto-estima e auto-imagem que despoletam a necessidade de fazer passar uma auto-imagem melhor do que a que acreditamos ter.
Nos estados limite, a mentira aparece frequentemente devido à falta de barreiras externas que balizem o comportamento. Esta situação surge frequentemente em filhos de pais muito repressivos ou demasiadamente permissivos.
Nas psicoses, a mentira surge na forma de delírio, uma descrição que as próprias pessoas admitem como verdadeira, apesar do seu aspecto frequentemente bizarro, devido a uma quebra de contacto com a realidade
A mentira pode ainda surgir como uma dependência, quando dita de uma forma compulsiva. Os dependentes da mentira sabem que estão a mentir mas não se conseguem controlar, num processo que surge de uma forma muito semelhante ao do vício do jogo ou à dependência de álcool ou de drogas.
Esta incapacidade em controlar os impulsos é causadora de um sofrimento nítido razão pela qual deve ser alvo de tratamento. Nos dependentes da mentira, o primeiro passo a dar consiste em assumir que existe um problema e de seguida procurar ajuda para esse mesmo problema. A nível da abordagem terapêutica o tratamento passa geralmente pela realização de uma terapia psicológica.”