Passo a citar [2]

31 Outubro 2009


Filme,
“Love and Other Disasters”

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“(…)
- Já te ocorreu que o “amor verdadeiro” pode ser uma conspiração?
- Uma conspiração?
- Sim, uma conspiração capitalista, uma mentira engendrada pela indústria cinematográfica, livreira e discográfica. Tudo a impingir essa coisa, esse conceito que nem sequer existe!
- O amor verdadeiro não existe?
- Pensa lá bem…onde é que ele está, sem ser em músicas, livros e filmes? Quem é que pode dizer sinceramente “vou amar-te para sempre”?
- A Whitney Houston.
- Pois, quando está pedrada do crack. O que eu quero dizer é que toda a gente é infeliz porque anda à procura de uma coisa que não existe.
(…)”



Passo a citar [1]

29 Outubro 2009

 

Filme,
“The Holiday”

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“(…)
Eu encontrei quase tudo daquilo que foi escrito acerca do amor. É verdade!
Shakespeare disse: “As viagens acabam em encontros de amantes”. Que pensamento extraordinário!
Pessoalmente nunca experimentei nada sequer parecido com isso mas estou convencida que Shakespeare sim.
Suponho que penso no amor mais do que uma pessoa devia. Fico constantemente fascinada com o seu poder de alterar e definir as nossas vidas. Também foi Shakespeare que disse: “O amor é cego”. E isso é algo que eu sei que é verdade!
Para alguns, quase inexplicavelmente, o amor desaparece.
Para outros, o amor é simplesmente perdido.
Mas depois, claro, o amor também pode ser encontrado…mesmo que só por uma noite!
E depois existe um outro tipo de amor, o mais cruel. Aquele que quase mata as suas vitimas.
Chama-se “amor não correspondido” e nesse eu sou uma expert!
A maioria das histórias de amor é sobre pessoas que se apaixonam entre si mas e o resto de nós? Quem conta a nossa história, a dos que se apaixonam sozinhos?
Nós somos as vitimas da aventura unilateral, somos os amaldiçoados dos seres amados, os não amados.
Os feridos andantes sem prioridade, incapacitados sem um lugar para estacionar.
(…)”



Falta pouco para… [14]

29 Outubro 2009


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Muse
Dia 29 de Novembro – Pavilhão Atlântico, Lisboa


Meu Manifesto [14]

28 Outubro 2009


Esta é, sem dúvida, uma altura de mudanças!
De tempos a tempos ocorrem episódios como este e já sei que assim é! Uns vão, outros ficam, outros acabarão por aparecer!
Eu posso, inclusive, ser aquele que parte!
Olho-me há uns meses atrás, rodeado daqueles que me eram próximos, e apercebo-me duma série de transformações desde então.
Terei eu também passado por algum tipo de metamorfose?
Possivelmente. Pode ainda ser cedo para reconhecer o que, porventura, se está a passar.
Perdas?
Tudo se transforma e, nessa mesma máxima, não existirá qualquer tipo de perda!


Diálogo a Dois [24]

18 Outubro 2009


(conversa via msn messenger e sms)

Ele: Sempre queres sair logo?
Eu: Hoje só vou para Lisboa se formos ao Lux!
Ele: Oh, que pena. Apetecia-me mesmo mesmo mesmo sair.

E eu pergunto, desde quando é que o Lux é na tua casa? Se não estou enganado, ir ao Lux acarreta uma saída, não?
Estou confuso!


Fragmentos Diários [50]

10 Outubro 2009


Já faz parte do dia-a-dia!
Tanto ordenho as tetas duma vaca como deixo apodrecer uma salada de frutas!
É viciante! E o Facebook é o culpado!

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Meu Manifesto [13]

8 Outubro 2009


Ocorreu hoje uma reunião de trabalho onde só os cargos mais elevados estiveram presentes.
A minha supervisora desta vez também compareceu.
Depois da dita, veio o almoço. Parece que se falou de tudo, menos da reunião.
Eu fui inclusivamente referenciado como “aquele que arranja as sobrancelhas”.
Gente burra, as minhas sobrancelhas são naturalmente finas!
Só faltava acrescentarem que eu sou gay…
Volto a frisar, reunião de trabalho onde só estiveram as mais altas instâncias!
I am slightly mad!


O dicionário diz que… [6]

7 Outubro 2009


Oximoro ou oxímoro

figura de linguagem que deriva do grego oxymóron, de oxýs = ‘aguçado’ morón = ‘estúpido’.

harmoniza dois conceitos opostos numa só expressão, formando assim um terceiro conceito que dependerá da interpretação do leitor. Dado que o sentido literal de um oxímoro (por exemplo, um instante eterno) é absurdo, força-se o leitor a procurar um sentido metafórico (neste caso: um instante que, pela intensidade do vivido durante o mesmo, faz perder o sentido do tempo). O recurso a esta figura retórica é muito frequente na poesia mística e na poesia amorosa, por considerar-se que a experiência de Deus ou do amor transcende todas as antinomias mundanas.
Exemplos concretos:

“(…)e queima o fogo aquela neve
Que queima corações e pensamentos.”
(Camões, Lírica, “O fogo que na branda cera ardia”)

“ela ouviu as palavras condenadas
Que puderam tornar o fogo frio
(Camões, Lírica, “Aquela triste e leda madrugada”)


Universo Paralelo [1]

6 Outubro 2009


Sempre me identifiquei com eles, os X-Men!
Lembro-me perfeitamente da altura em que os conheci, ainda naquela BD sem grande qualidade, com diálogos em português do Brasil. Um colega meu do 5º ano era já comprador assíduo destas revistas se bem que ele sempre preferiu o Spider-Man.
Existiram alturas em que me sentia parte daquele grupo de mutantes, defensores de um mundo que os odeia, débeis com as diferenças com que nasceram e com as quais têm dificuldade em viver um dia normal! Naquele universo paralelo, eu era igual aos demais!
Nunca fui daqueles de comprar tudo o que lhes está relacionado e agora, graças à internet, passei a fazer o download das revistas previamente passadas em scanner.
Não creio que goste menos agora do que há 20 anos atrás.

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Fragmentos Diários [49]

28 Setembro 2009


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Estive no Algarve, a trabalho, no ultimo fim de semana.
Na sexta-feira de manhã, partimos num autocarro alugado para o efeito, como na altura da escola, e regressámos no sábado à tarde.
Entre reuniões, passeios de jipe pela serra do caldeirão e vinho branco (não conhecia a marca FADO), dei por mim a mergulhar na piscina do hotel ás tantas da manhã e só em cuecas. O problema está no facto daquela piscina ser para putos o que me fez bater no fundo da piscina na altura do mergulho. Ainda bem que não estava muita gente por perto!
Resultado, voltei com a testa toda arranhada. Mas podia ter sido bem pior, não tivesse eu uns cornos duros!
Quem me manda a mim ter destas ideias depois de meter no estômago uns valentes copos de vinho?
Ainda assim foi porreiro, mesmo incluindo a avaria do autocarro no regresso a casa (tivemos que esperar por um substituto na estação de serviço de Grândola).

E convém ainda dizer o quanto é curioso assistir o ser humano nestas noites. Ver quem come quem (ou quem quer comer quem) nestes encontros é prática já frequente e sempre há historias, dentro desse género, para contar no regresso a casa.


Meu Manifesto [12]

22 Setembro 2009


My last standing grandfather is now dead.
Died last friday, September 18.
Rest in peace granpa.


Fragmentos Diários [48]

22 Setembro 2009


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Pediste a minha opinião.
Para ta dar, pedi um desenho.
Este foi o resultado!
Se o desenho estiver fiel ao original, é melhor que não compres.
Caso contrário, avança!
Ainda bem que te pude ajudar!


Mensagem num post-it [22]

15 Setembro 2009


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Mente-me que eu gosto!!!
Hummm, nasty girl.


Fragmentos Diários [47]

8 Setembro 2009


E perguntam-me: “O que é que o carro teve desta vez?”
E eu respondo: “Um pneu furado…”

É certamente uma macumba, um mau olhado.
O pneu que andava a esvaziar nas últimas semanas, deu as últimas. Hoje, quando saía de casa para ir trabalhar, feliz e contente, meto-me no carro e começo a ouvir um barulho estranho. Pensei logo no pneu…e bem dito, bem certo! Pneu em baixo, completamente encarquilhado (ontem fui ao Colombo comprar o portátil e não tinha notado qualquer diferença).
Resumindo, mudei o pneu sob um calor abrasador, transpirei que nem um porco, voltei a casa para tomar um novo banho, e cheguei ao trabalho quase uma hora depois do que era suposto.
É claro que posso ver a coisa pelo lado positivo! Ao menos, tive a sorte de ter reparado à porta de casa.
Eu nem quero pensar na despesa que vou ter com o carro na próxima revisão…
Será que acaba por aqui? Já chega!


Quero, e muito [6]

7 Setembro 2009


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Novo portátil, finalmente!
A cam não funciona no msn messenger. Porque será? (no dia seguinte já funcionava sem eu saber o que se havia passado)
À parte disso, perfeito.
E desta vez, Toshiba.